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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Censura e Teatro


O Núcleo de Pesquisa em Comunicação e Censura (NPCC) da ECA-USP vai promover as palestras de Maria Helena Werneck (UFRJ) e Tânia Brandão (UNIRIO) sobre os temas da censura no teatro e as formas de resistência, que acontecerão no dia 31/05, a partir das 14hs, no Auditório de Artes, prédio central da ECA-USP.
Essas palestras fazem parte das premissas do NPCC de discutir a questão da censura e da comunicação para intercâmbio e divulgação da pesquisa. O NPCC estuda a censura às diversas mídias, sendo, porém, o foco de seus últimos estudos a censura ao teatro através do acervo do Arquivo Miroel Silveira da ECA-USP.
Maria Helena Werneck é professora associada da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, onde atua em cursos de graduação e pós-graduação em teatro. Coordena, no Brasil, o Projeto Texto e Imagem: perspectivas críticas para a investigação em Artes Cênicas.
Tânia Brandão é professora da UNIRIO, onde leva para a pesquisa historiográfica em teatro os métodos criados e utilizados pelos estudiosos da história, tendo como foco e recorte fundamental o período do teatro brasileiro moderno.
Mais informações: (11) 3091-1607

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Transformação pessoal

A reflexão proposta pelo curso de Gestão da Comunicação da ECA-USP traz como principal resultado uma profunda transformação pessoal dos profissionais de comunicação, que passam a compreender com muito mais profundidade o universo onde estão inseridos e a razão de ser de práticas comunicacionais que buscam transformar os indivíduos em meros “receptores” de conteúdo. A grande mudança provocada pelo curso está na transformação das pessoas, capacitando-as para uma compreensão mais profunda do mundo e, portanto, dando a elas condições de agir de modo mais consciente e até sustentável.
Veja no vídeo abaixo o depoimento da aluna Patrícia Lanzone, sobre as transformações que o curso promoveu em sua vida profissional.

Inscrições abertas

O curso de Gestão da Comunicação: Políticas, Educação e Cultura da ECA-USP abre inscrições no período de 23 de fevereiro a 05 de março de 2010, das 14h às 20h, no prédio central da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Podem candidatar-se não apenas jornalistas, relações públicas e publicitários, mas portadores de diploma de graduação em qualquer área do conhecimento, obtido em instituições de ensino superior nacionais ou estrangeiras, nos termos da legislação vigente na Universidade de São Paulo. Mais informações podem ser obtidas no site do curso ou pelo telefone (11) 3091 4341.
Vejo no vídeo abaixo mais trechos de depoimentos de professores e alunos.

Projetos para mudar a realidade

O curso Gestão da Comunicação promove nos alunos a prática da intervenção na realidade por meio de um projeto que o aluno desenvolve durante o curso todo e apresenta ao seu final. Esta prática evidencia como a comunicação, em sua forma mais abrangente, tem caráter estruturante das organizações, estejam elas no setor público ou privado.
Veja no vídeo abaixo mais depoimentos de professores e alunos, inclusive sobre alguns projetos desenvolvidos.

Jornalismo, publicidade, relações públicas: universos fragmentados

Segundo Costa, o curso de especialização lato sensu da ECA-USP de Gestão da Comunicação tem por objetivo formar profissionais capazes de atuar no campo da comunicação de maneira integrada, principalmente em função do fato de que a realidade exige a formação de profissionais que estejam acima dos universos fragmentados da publicidade, das relações públicas e do jornalismo:
“Várias pesquisas com jornalistas mostram que muitos se pautam por blogs que são produzidos por não-jornalistas. Em muitos sentidos, a atividade de um repórter em um jornal é pautada ou até regulada pelo fluxo da publicidade no veículo, que termina por promover certos temas e até censurar outros. O assessor de imprensa, que atua no sentido de promover as empresas ou entidades que o remuneram, pode até ser visto como o outro lado da moeda da publicidade, uma vez que ele complementa atividades de promoção de produtos, serviços, empresas e organizações. A realidade cotidiana da atividade de jornalistas, publicitários e relações públicas mostra que estes universos estão mais integrados do que se imagina, daí porque é preciso pensar na formação de profissionais que compreendam essa integração e os riscos que essa integração traz para a sociedade”, adverte.
Veja no vídeo abaixo mais um trecho dos depoimentos de professores e alunos.

Fronteiras entre as profissões estão desaparecendo

“As faculdades de jornalismo formam milhares de profissionais que vão atuar tanto em veículos de comunicação quanto em assessorias de imprensa que, em muitos sentidos, atuam mais como agências de publicidade. Há os que se formam em relações públicas e vão atuar em mídias online, promovendo sites empresariais ou de organizações de terceiro setor. E uma grande quantidade de publicitários recém-formados vai trabalhar em atividades de atendimento direto ao consumidor, via centrais de tele-marketing. As fronteiras que antes delineavam essas esferas de atividades estão desaparecendo, o que aponta para a necessidade de se pensar a comunicação de forma mais abrangente, inclusive e principalmente a partir das questões teóricas”, explica Costa.
Veja no vídeo baixo mais um trecho de depoimentos de professores e alunos do curso.

A comunicação mudou

As profissões dominantes no campo da comunicação organizacional e social como jornalismo, relações públicas e publicidade não conseguem mais dar conta, de modo isolado, da complexidade do mundo moderno, especialmente em função da ascensão das mídias online e redes sociais, que, em muitos sentidos, tornaram fluídas as fronteiras entre essas atividades. As faculdades de jornalismo, relações públicas e publicidade formam profissionais para um mercado que já mudou e demanda um outro tipo de profissional.
Segundo Maria Cristina Castilho Costa, Professora da Universidade de São Paulo e Coordenadora do Curso de Gestão da Comunicação da ECA-USP, enquanto alguns ainda debatem se blogueiro é jornalista, a realidade tem mostrado que é preciso pensar a comunicação social de forma mais integrada, debatendo, inclusive, os aspectos éticos relacionados à atividade de um comunicador que ora se comporta como jornalista e ora atua como publicitário ou porta-voz de empresas, na atividade de relações públicas.
Veja no vídeo abaixo depoimentos de professores e alunos do curso Gestão da Comunicação, que abre inscrições entre 23/02 e 05/03.